O valor dos contos de fadas e a importância de contar histórias.

As imagens nos contos de fadas é o foco deste artigo de Jorge Benito. “Como as imagens desempenham um papel tão importante no desenvolvimento de meninas e meninos, torná-las adequadas ao que precisam é uma tarefa que os contadores de histórias aperfeiçoaram (…) O conto de fadas contém imagens que respondem às preocupações atuais de seus corpos físicos, seus humores e sua essência espiritual.”

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A revolução da escuta em tempos de ensurdecimento

“Escutar é aventurar-se num oceano desconhecido.” Em entrevista para o site HUFFPOST, o psicanalista Christian Dunker e o educador Cláudio Thebas, autores de “O palhaço e o psicanalista – Como escutar os outros pode transformar vidas”, falam sobre as dificuldades e urgência em escutar a si e ao outro. Humor, silêncio, vazio, são quesitos necessários nesta aventura, na qual, mais uma vez, o estado criança é o norte.

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A cultura coloca o ser humano em contato consigo mesmo

Nesta entrevista para o “Aprendemos Juntos”, projeto de educação do BBVA, em colaboração com El País e Santillana, do ator Rafael Álvarez, conhecido como El Brujo, temos mais uma dimensão sobre os instrumentos que facilitam o encontro consigo mesmo, bússolas para inventarmos a vida, em tempos
difíceis. “Se a sua vibração interna é poderosa, se desfruta do que faz como uma criança quando brinca, o público acaba preso. Porque todos queremos ser crianças, e aproveitar, aproveitar. Esse é o estado super criativo.”

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Brincar não é coisa de criança. Brincar é também coisa de gente grande

Brincar é a experiência libertadora de encontro consigo mesmo em todas as idades, na qual atingimos a potência máxima da capacidade de nos transformamos; e nada tem a ver com atividades lúdicas, brinquedos, parques de diversões. “Brincar requer disponibilidade de estar à deriva, sem intenção nenhuma de chegar a algum lugar ou atingir alguma meta”, diz Eliana Louvison.

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68 vozes, 68 corações – “Ninguém pode amar o que não conhece”

Era uma vez uma mexicana, Gabriela Badillo, que inconformada com a iminente morte das línguas dos diferentes grupos étnicos que constituem seu povo, decidiu compilar suas lendas e recontá-las em animações narradas na língua de cada grupo, convencida de que tornando-as conhecidas, todos se apropriariam delas. O CPD, que é um defensor de narrativas, traz algumas destas animações. É de amar!

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O que as crianças perdem quando não há ogros, bruxas e princesas nas histórias infantis?

Continuando as conversas do CPD sobre temas tabus nas histórias infantis, o que dizem sobre o tema, nesta entrevista do EL País, a escritora Maria Concepción Torres, Moisés de la Serna, mestre em Neurociência e a professora de Educação Primária e Infantil da Universidade Internacional de La Rioja, Concepción María Jiménez.

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